sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Dê Boas Risadas


De Paulo Barbosa

"O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos" (Provérbios 17:22).

Se você deseja ter uma vida mais longa e um testemunho mais efetivo para Cristo, dê boas risadas e encha seu coração de alegria. Quando você ri, seu diafragma afunda, seus pulmões expandem, e você recebe duas ou três vezes mais oxigênio que o habitual. Como resultado, mais energia corre por todo o seu corpo.
 Dr. James Walsh disse: "Poucas pessoas percebem que sua saúde varia devido a esse fato. As pessoas felizes se recuperam de enfermidades muito mais depressa que as tristes. As estatísticas mostram que aqueles que costumam dar risadas vivem muito mais."

Quando temos Cristo no coração e deixamos Ele governar nossas vidas, somos alegres, otimistas, cheios de energia e determinação. Andamos em fé, agimos em amor, cantamos por gratidão, enfrentamos as tempestades como se caminhássemos debaixo de dias ensolarados e floridos. Somos felizes, não por alienação, mas porque cremos que os dias maus passam e as bênçãos permanecem.

A alegria do Senhor é a nossa força; a Sua presença nos conforta; Sua Palavra nos enriquece e edifica; Seu amor é mais que suficiente para que estejamos felizes e satisfeitos. A tristeza seca os ossos, desmancha sonhos, inibe a perseverança, tranca as portas que conduzem à felicidade.

Se você é salvo em Cristo, dê boas risadas. Se você crê que o Senhor lhe dará vitórias sobre as lutas e dificuldades, dê boas risadas. Se a sua passagem para o "trem" que conduz os filhos de Deus para o Céu já foi adquirida ao receber Jesus como seu Salvador, dê boas risadas. Sorrindo você terá mais saúde, terá uma vida mais longa, abençoará pessoas com seu testemunho, brilhará em meio às trevas e iluminará o caminho daqueles que ainda não têm o melhor motivo para sorrir -- Jesus Cristo.


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Vai tudo bem?


Ele começou a rabiscar algumas palavras num papel. De repente, parou e olhou para o lado. Viu o pequeno bilhete escrito por sua esposa. Seus olhos se fecharam e ele foi transportado no tempo. Viu seu filho, de apenas quatro anos, acamado. Uma febre fatal o levara. Reviu a cidade onde viviam ser destruída por um grande incêndio e num piscar de olhos todos os seus negócios e investimentos desaparecerem. Viu sua esposa e ele planejando a longa viagem de navio. Ela iria antes com as quatro filhas e ele iria logo depois de fechar um importante negócio. Ainda podia sentir os abraços que trocaram quando se despediram.

Fitou novamente o bilhete no qual se lia: “salva, porém sozinha”. Lágrimas escorriam por sua face enquanto pensava naquelas palavras. O navio que levava sua família colidira com outro, em alto-mar, e 226 passageiros perderam suas vidas. Entre eles, suas quatro filhas. Sua esposa sobrevivera. Ele enxugou as lágrimas, continuou escrevendo e, assim, em novembro de 1873, Horatio G. Spafford, um advogado cristão de Chicago, escreveu o hino “Sou Feliz”.

Sob profunda dor ele compôs estes versos:

Se paz, a mais doce me deres gozar, Se dor a mais forte sofrer,
Oh! Seja o que for, tu me fazes saber. Que feliz com Jesus sempre sou! (CC 398)

Poderíamos perguntar: quem nunca foi atingido pela perda de um ente querido, uma doença, o desemprego, sofrimento emocional de um membro da família ou amigo próximo? Nós não sabemos exatamente como reagir ou responder ao nos depararmos com circunstâncias tão difíceis.

A história da mulher sunamita, cujo único filho havia morrido (2 Reis 4:20-26), relata que apesar de profundamente angustiada, quando lhe perguntaram: “Vai tudo bem…?”, a resposta foi: “Tudo bem” (v.26). Mesmo abalados e aflitos, Spafford e a sunamita conheceram o perfeito amor de Deus, pois entenderam que quanto maior o sofrimento, maior o consolo do Senhor.

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. [...] Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:1,27).

Aquele que afirmou isso, foi além do simples falar. Ele ajudou pessoas em dificuldades. Jesus nos prometeu o Seu cuidado e por isto sabemos que em qualquer circunstância, podemos confiar que no Senhor somos felizes e temos a verdadeira paz.


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Basta A Sua Companhia








Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo"  (João 16:33).

No final da década de 50, Armando Valladares, De 23 anos de idade, foi lançado em uma prisão cubana, onde permaneceu por 22 anos. As execuções eram realizadas todas as noites, durante seu primeiro ano na prisão. Mais tarde, ele sofreu algumas das torturas mais vis e sádicas imagináveis. Em suas memórias, Valladares escreveu: "eu busquei Deus... Eu nunca lhe pedi para me tirar de lá. Eu não achava que Deus deveria ser usado para aquele tipo de pedido. Eu só pedi que Ele me permitisse resistir, que me desse fé e força espiritual para sobreviver debaixo daquelas condições... Eu só orei para Ele ficar ao meu lado."

Até onde temos suportado as adversidades da vida? Temos sido capazes de aguentar os momentos difíceis com a mesma fé que nos motiva durante os períodos de grande alegria e bênçãos? Temos compreendido que, muitas vezes, o Senhor permite que enfrentemos lutas para que sejamos edificados e aprendamos a confiar inteiramente nEle?

O salmista dizia que, com Cristo ao seu lado, não temeria ultrapassar o vale da sombra e da morte. Temos nós a mesma certeza? Somos capazes de não murmurar quando alguma coisa não dá certo em nossas vidas? Somos capazes de manter a paz e a esperança mesmo diante de obstáculos? Como tem andado o nosso ânimo espiritual?

Quando Cristo está ao nosso lado, tudo vai bem. O mundo não nos incomoda, a paz nos envolve completamente, as bênçãos são constantes, a vitória é certa.

O que mais importa para nossa felicidade não é se o caminho é plano ou pedregoso e sim, se Cristo está ao nosso lado. Seguros em Suas mãos, podemos enfrentar quaisquer circunstâncias.

Você costuma andar sozinho ou faz questão da companhia do Senhor?

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Esperança !



Mas agora, Senhor, que hei de esperar? Minha esperança está em ti  (Salmos 39.7)

Acho muito interessante uma história que li sobre duas crianças brincando na areia da praia. Elas estavam construindo um castelo de areia com torres, passarelas e passagens internas. Já estavam trabalhando por várias horas quando veio uma onda e destruiu tudo. Mesmo assim elas continuaram a se divertir, sem nenhuma lamento, construindo outros castelos. No final do dia saíram e foram até seus pais, já era hora de voltar pra casa.

Aquelas crianças agiram assim, pois os castelos faziam parte da sua vida, mas o que sustentava a alegria e a esperança delas era saber que no final do dia iriam para casa de seus pais e ali teriam abrigo.
 Não se prendiam a castelos de areia, pois tinham uma casa para se refugiar.

Tudo em nossa vida, as coisas que gastam tanto de nosso tempo e de nossa energia para serem construídas, tudo é passageiro, tudo é feito de areia. Nelas não podemos depositar nossas esperanças. Mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir ou apagar o que levamos tanto tempo para construir. E quando isso acontecer, somente aquele que tiver sua esperança guardada no Senhor será capaz de rir e recomeçar.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Confiar... Agradar...




"Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam" (Hebreus 11:6).

"A fé é imprescindível para toda a nossa vida. Por exemplo: Você vai a um médico cujo nome você não consegue pronunciar e que tem um diploma que você nunca verificou. Ele lhe dá uma receita que você não pode ler. Você a leva para um farmacêutico que nunca viu antes. Este lhe dá uma substância química cuja combinação você não entende. Então, você vai para casa e toma a pílula de acordo com as instruções na embalagem. Tudo em confiança, sincera fé!"

é dessa forma que devemos conduzir nossa vida espiritual. Se cremos, com sinceridade, seremos felizes, abençoados, vencedores. As Escrituras mostram a receita de uma vida abundante e verdadeira. Elas trazem a Palavra do Médico dos médicos. Se eu sigo Suas instruções, terei uma vida espiritual sadia, próspera, vitoriosa.

Jesus morreu em uma cruz por me amar, para que eu tivesse a salvação eterna. Eu creio nisso e me alegro em tão grande bênção. Ele me prometeu suprir as necessidades e eu creio nisso também. Ele me disse que em Sua presença eu seria plenamente feliz e, tenho certeza, isso é verdade. Encontrei a felicidade em Jesus. Esta felicidade vem de minha fé. Esta fé não pode ser abalada porque já faz parte de minha vida. Viver, para mim, é confiar no Senhor; e, confiar no Senhor, é a razão principal de minha vida.

Sem fé eu não posso agradar a Deus. Sem fé eu não posso agradar a mim. Sem fé eu não conseguiria dar um passo sequer. Sem fé a minha vida seria vazia e sem objetivos. Sem fé eu não saberia que meu nome está escrito no Livro dos Céus. Sem fé eu jamais seria mais que vencedor.

Eu quero agradar a Deus! Eu confio em Deus!

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